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Conheça o 'Mais Bolsa Família', que prevê benefício de R$ 640 para os mais pobres

Proposta será apresentada ao Congresso em agosto e pode beneficiar cerca de 30 milhões de famílias com renda per capita de até R$ 600

 

O congelamento de gastos sociais e proibição de investimentos públicos, os efeitos recessivos e a crescente desigualdade lançarão 25% da população brasileira na pobreza se nenhuma medida for tomada.

É urgente a adoção de uma política de renda básica para os trabalhadores e as trabalhadoras mais prejudicados pelos efeitos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), que aprofundou a crise econômica brasileira e gerou um contingente enorme de desempregados e sem renda.

O PT vai apresentar ao Congresso Nacional em agosto um projeto que amplia o programa Bolsa Família, criado pelo ex-presidente Lula, em 2003. A ideia é assegurar um benefício variável a todas as famílias com renda de R$ 600 por pessoa para garantir um patamar de renda digno.

A proposta do PT – o Mais Bolsa Família - permitirá a cada família em situação de vulnerabilidade social – cerca de 30 milhões de famílias - um benefício médio de R$ 640, diz a economista Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social do governo Dilma.

SAIBA MAIS: https://www.cut.org.br/noticias/mais-bolsa-familia-e-caminho-para-amenizar-impacto-da-pandemia-e-agenda-neoliber-7829

Economistas propõem reforma Tributária com isenções a pobres e pequenas empresas

Economistas progressistas mostram que reforma Tributária justa é possível e apresentam propostas urgentes para país sair da crise aprofundada pela pandemia. Incidência maior é sobre altas rendas e o patrimônio

Enquanto o ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, apresenta uma reforma Tributária que só piora a desigualdade social, economistas progressistas concluíram no último domingo (26) oito propostas de leis tributárias que consideram justas, urgentes e necessárias para conter o agravamento da crise econômica provocado pela pandemia do coronavírus (Covid 19).

Para sair dessa crise que parece não ter fim, os economistas propõem no documento “Tributar os super-ricos para reconstruir o país”, isenções aos mais pobres e as pequenas empresas, incidência maior sobre as altas rendas e o grande patrimônio, que oneraria apenas 0,3% da população mais rica e fortaleceria também estados e municípios, gerando um acréscimo na arrecadação estimado em R$ 292 bilhões.

SAIBA MAIS: https://www.cut.org.br/noticias/economistas-propoem-reforma-tributaria-com-isencoes-a-pobres-e-pequenas-empresas-9eb4

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